sábado, 4 de setembro de 2010

Este blog denuncia os crimes eleitorais do ministro Padilha há muito tempo. Virou reportagem do Globo deste domingo.

Leiam aqui. E aqui. E também aqui.

Matéria desde domingo em O Globo (amanhã postarei o fac símile) afirma:

Instalada no quarto andar do Palácio do Planalto, uma máquina trabalha a todo o vapor pela candidata do governo, Dilma Rousseff (PT). A rede montada na Secretaria de Relações Institucionais (SRI) da Presidência da República, comandada pelo ministro Alexandre Padilha, utiliza duas agendas: do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e do Conselho de Desenvolvimento Econômico e Social (CDES), que dão suporte e aparente legalidade às viagens de petistas que percorrem o país angariando votos nos estados junto a prefeitos, empresários e outros segmentos da sociedade, com diárias pagas pelos cofres públicos. É o que mostra reportagem de Fábio Fabrini e Regina Alvarez na edição deste domingo do GLOBO. Segundo a reportagem, o ritmo de viagens é frenético. Somadas, chegam a 44 as andanças do ministro Alexandre Padilha e de dois dos seus principais assessores entre o fim de maio e agosto. Como justificativa oficial, as reuniões do Conselhão (CDES) nos estados, que começaram a ser feitas em maio para discutir com empresários uma "Agenda para o Novo Ciclo de Desenvolvimento". E encontros com prefeitos para discutir projetos do PAC-2, a ser implementado no próximo governo, além de visitas às obras do PAC. De acordo com a reportagem, por si só, essas agendas, que servem para divulgar realizações e avanços do governo Lula, têm implícitas um viés político, já que acontecem no auge da campanha eleitoral. Mas, além disso, compromissos oficiais nos estados coincidem com eventos de campanha da candidata Dilma ou de aliados do PT. As viagens, as articulações e os atos da campanha estão registrados no Twitter. Padilha, tuiteiro compulsivo, escreveu no dia 15 de julho, quando estava em Curitiba (PR) para uma reunião do CDES e visitas a obras do PAC: "...Recebi a visita, aqui no Hotel Slaviero, do nosso cand a $do PR Osmar Dias, do nosso vice Rocha Loures e nossa futura senadora Gleisi" (mulher do ministro do Planejamento Paulo Bernardo). Padilha recebeu R$ 780 nessa viagem, equivalente a uma diária e meia, segundo a assessoria.
.................................................................................
Na última sexta-feira, este blog postou, inclusive, o encontro de Padilha com o aloprado favorito de Lula, o churrasqueiro Jorge Lorenzetti, na sede da FIESC, em Santa Catarina, onde estava justamente em um destes eventos políticos pagos pelos cofres públicos.
.................................................................................
Há pouco, o ministro tuitou isso aí ao lado. Assumiu o cargo de Advogado Geral da União. Sim, porque quem defende o Lula é AGU e não o ministério dele. O resto é aquele trololó petista de quem está se lambuzando com dinheiro público.

Bandidada com estrelinha no peito.

Da Folha Poder, confirmando o que este Blog já levantava em post de ontem à noite:

O comando da campanha de José Serra (PSDB) à Presidência acusou hoje o PT de ter simulado um assalto ao comitê do partido em Mauá (ABC de São Paulo) para "queimar arquivo". Ontem, o Tribunal Regional Eleitoral paulista afirmou que o contador Antonio Carlos Atella era filiado ao diretório petista no município quando retirou cópia do sigilo fiscal de Verônica Serra usando uma procuração falsa. O comitê petista foi alvo de assalto por homens armados na quarta-feira. Por enquanto, a Polícia Civil confirma apenas o roubo de armas e celulares. "Foi um roubo simulado, roubaram a si próprios. Desapareceram com fichas de filiações para esconder quem as abonou", afirmou o senador Alvaro Dias (PSDB-PR). "Foi queima de arquivo", emendou.

Democracia em risco.

Democracia virtual, por Fernando Henrique Cardoso

Vivemos uma fase de democracia virtual. Não no sentido da utilização dos meios eletrônicos e da web como sucedâneos dos processos diretos, mas no sentido que atribui à palavra “virtual” o dicionário do Aurélio: algo que existe como faculdade, porém sem exercício ou efeito atual. Faz tempo que eu insisto: o edifício da democracia, e mesmo o de muitas instituições econômicas e sociais, está feito no Brasil. A arquitetura é bela, mas, quando alguém bate à porta, a monumentalidade das formas institucionais desfaz-se em um eco que indica estar a casa vazia por dentro.

Ainda agora a devassa da privacidade fiscal de tucanos e de outras pessoas mais mostra a vacuidade das leis diante da prática cotidiana. Com a maior desfaçatez do mundo, altos funcionários, tentando elidir a questão política – como se estivessem tratando com um povo de parvos –, proclamam que “não foi nada não; apenas um balcão de venda de dados...”. E fica o dito pelo não dito, com a mídia denunciando, os interessados protestando e buscando socorro no Judiciário, até que o tempo passe e nada aconteça.

Não tem sido assim com tudo o mais? O que aconteceu com o “dossiê” contra mim e minha mulher feito na Casa Civil da Presidência, misturando dados para fazer crer que também nós nos fartávamos em usar recursos públicos para fins privados? E os gastos da atual Presidência não se transformaram em “secretos” em nome da segurança nacional? E o que aconteceu de prático? Nada. Estamos todos felizes no embalo de uma sensação de bonança que deriva de uma boa conjuntura econômica e da solidez das reformas do governo anterior.

No momento do exercício máximo da soberania popular, o desrespeito ocorre sob a batuta presidencial. Nas democracias, é lógico e saudável que os presidentes e altos dirigentes eleitos tomem partido e se manifestem em eleições. Mas é escandalosa a reiteração diária de posturas político-partidárias, dando ao povo a impressão de que o chefe da nação é chefe de uma facção em guerra para arrasar as outras correntes políticas. Há um abismo entre o legítimo apoio aos partidários e o abuso da utilização do prestígio do presidente, que além de pessoal é também institucional, na pugna política diária. Chama a atenção que nenhum procurador da República, nem mesmo candidatos ou partidos, haja pedido o cancelamento das candidaturas beneficiadas, senão para obtê-lo, ao menos para refrear o abuso. Por que não se faz? Porque pouco a pouco estamos nos acostumando que é assim mesmo.

Na marcha em que vamos, na hipótese de vitória governista – que ainda dá para evitar – incorremos no risco futuro de vivermos uma simulação política ao estilo do PRI mexicano – se o PT conseguir a proeza de ser “hegemônico” – ou do peronismo, se mais do que a força de um partido preponderar a figura do líder. Dadas as características da cultura política brasileira, de leniência com a transgressão e criatividade para simular, o jogo pluripartidário pode ser mantido na aparência, enquanto na essência se venha a ter um partido para valer e outro(s) para sempre se opor, como durante o autoritarismo militar.

Pior ainda, com a massificação da propaganda oficial e o caudilhismo renascente, poderá até haver anuência do povo e a cumplicidade das elites para com essa forma de democracia quase plebiscitária. Aceitação pelas massas na medida em que se beneficiem das políticas econômico-sociais, e das elites porque estas sabem que neste tipo de regime o que vale mesmo é uma boa ligação com quem manda. O “dirigismo à brasileira”, mesmo na economia, não é tão mau assim para os amigos do rei ou da rainha.

É isso que está em jogo nas eleições de outubro: que forma de democracia teremos, oca por dentro ou plena de conteúdo. Tudo mais pesará menos. Pode ter havido erros de marketing nas campanhas oposicionistas, assim como é certo que a oposição se opôs menos do que deveria à usurpação de seus próprios feitos pelos atuais ocupantes do poder. Esperneou menos diante dos pequenos assassinatos às instituições que vêm sendo perpetrados há muito tempo, como no caso das quebras reiteradas de sigilos. Ainda assim, é preciso tentar impedir que os recursos financeiros, políticos e simbólicos reunidos no Grupão do Poder em formação tenham força para destruir não apenas candidaturas, mas um estilo de atuação política que repudia o personalismo como fundamento da legitimidade do poder e tem a convicção de que a democracia é o governo das leis e não das pessoas.

Estamos no século 21, mas há valores e práticas propostos no século 18 que foram se transformando em prática política e que devem ser resguardados, embora se mostrem insuficientes para motivar as pessoas. É preciso aumentar a inclusão e ampliar a participação. É positivo se valer de meios eletrônicos para tomar decisões e validar caminhos. É inaceitável, porém, a absorção de tudo isso pela “vontade geral” encapsulada na figura do líder. Isso é qualquer coisa, menos democracia. Se o fosse, não haveria por que criticar Mussolini em seus tempos de glória, ou o Getúlio do Estado Novo (que, diga-se, não exerceu propriamente o personalismo como fator de dominação) e assim por diante. É disso que se trata no Brasil de hoje: estamos decidindo se queremos correr o risco de um retrocesso democrático em nome do personalismo paternal (e, amanhã, quem sabe, maternal). Por mais restrições que alguém possa ter ao encaminhamento das campanhas ou mesmo a características pessoais de um ou outro candidato, uma coisa é certa: o governismo tal como está posto representa um passo atrás no caminho da institucionalização democrática. Há tempo ainda para derrotá-lo. Eleição se ganha no dia.

Lula e o PT violam o estado de direito à luz do dia. Não há mais sigilo sobre para onde eles vão levar o Brasil.

Tomara que Lula estivesse bêbado. Que tivesse tomado "uns goró", como é do seu feitio. Que o seu discurso tivesse sido o resultado do álcool perturbando o seu raciocínio. Lula disse, em comício na cidade Guarulhos, hoje pela manhã:

 "Ninguém precisa tentar transformar a família em vítima. Cadê esse tal de sigilo que não apareceu até agora? Cade esse vazamento? Mentira tem perna curta."

A quebra do sigilo de Verônica Serra é fato comprovado pelo próprio Governo, através do Secretário Geral da Receita Federal. Há uma investigação aberta. Funcionários foram afastados. O próprio Lula mandou a Polícia Federal investigar quem quer que seja, custe o que custar. Aí o Presidente da República, em cima de um palanque, dá, mais uma vez, uma "hora de folga" para o seu caráter, a sua moral e a sua dignidade,  para afrontar autoridades e ao próprio estado de direito. Para colocar a Justiça sob suspeita.  De cima do palanque onde só está porque não tem um pingo de vergonha na cara, este animal político ulula, baba e urra pedindo que os criminosos ligados ao PT e a campanha da sua candidata mostrem o seu botim: os dados fiscais devassados e violados de Verônica Serra. Lula é daqueles animais sociais que não se contenta com as confissões públicas e com as provas documentais de um crime. Lula quer ver as fotos do atentado. Lula quer ver as marcas de sangue. Lula quer ver as manchas da violência. Lula quer levantar o lençol e ver a perfuração do tiro na testa da vítima. Lula parece ter aquele estranho prazer dos psicopatas que cometem o crime e ficam em roda do corpo, olhando a ação da polícia. O discurso ofensivo de Lula à Constituição e à Legislação é a maior prova dos riscos que o país está correndo tendo este animal politico conduzindo as eleições. Lula coloca-se acima do estado de direito. Lula coloca-se acima da democracia. Lula é um perigo para o Brasil. Tomara que estivesse bêbado. Mas, por tudo o que vem dizendo e fazendo, infelizmente não estava.
.................................................................................
O PT acaba de afrontar o Tribunal Regional Eleitoral de São Paulo dizendo, em nota oficial, que o tribunal mentiu e que o contador violador de sigilos bancários, petista de carteirinha, nunca foi filiado. O nome dele entrou para a lista de filiações em 2003, mas não passou, porque o nome estava errado. Ficou até 2009, dias depois que ele violou o sigilo fiscal de Verônica Serra. Aí o PT excluíu quem não tinha incluído. Aí o PT tirou do partido quem ele disse que nunca tinha colocado. O PT, assim com a Dilma, também rubricou, mas não assinou .Agora a gente tem certeza do que os bandidos roubaram na sede do PT de Mauá, onde estava a ficha do contador violador de sigilos, petista de carteirinha. Se Lula pode agredir o estado de direito de cima de um palanque eleitoral, por que o PT não poderia chamar de mentirosos os juízes do TRE de São Paulo?

Dilma é humor negro.

Do Guilherme Fiuza, na Época:

A presidenta no JG

Protegida pela liminar do Supremo que liberou a piada com candidatos, Dilma Rousseff se espalhou no “Jornal da Globo”. Disse que Lula foi um dos responsáveis pela libertação dos presos políticos cubanos. A família de Orlando Zapata, sobre cujo cadáver o presidente brasileiro sapateou sorridente com Fidel Castro, não deve ter achado graça. Mas a candidata do PT prosseguiu com as anedotas na tela da Globo. Disse que o governo tem que controlar seus gastos, não pode sair “gastando dinheiro a roldão”. A companheirada pendurada nos 39 ministérios não deve estar entendendo nada. Será que a presidenta vai botar todo mundo na rua? E a festa dos convênios com as ONGs amigas, a distribuição de mesadas para o MST, a UNE, os sindicatos? E as bolsas camaradas a fundo perdido? Calma, nada de pânico. Dilma declarou também que ajuste fiscal com aumento de impostos é crime – e, como se sabe, o governo Lula deu ao Brasil sua carga tributária recorde. Entenderam? Era só piada. O crime compensa. O “dinheiro a roldão” é a entidade mais sagrada do governo popular, acima até mesmo dos charutos cubanos de Dirceu e Delúbio. Dilma Rousseff é a candidata de um governo que explodiu os gastos públicos, com um aumento espetacular de 20% – ainda maior que o da carga tributária. Ainda bem que o Supremo liberou a piada na TV. Essa do controle de gastos ia dar multa pesada. (Se bem que multa, como já disse Lula, não é problema para eles). Entrevista de Dilma Rousseff é diversão garantida. No que lhe passam a palavra, ela manda qualquer uma. Firme. Contundente. Declarou, por exemplo, que o Brasil passou “mais de 25 anos” sem investir em infra-estrutura. É de rolar de rir. E a opinião pública brasileira, essa geléia, engole tudo. Viva o humor. É claro que essa brincadeira de presidenta não tem como acabar bem. Está certo que José Dirceu vai estar sempre ali pertinho, soprando o texto para sua afilhada. Mas a vida real, infelizmente, não é tão magnânima quanto a festa dos palanques. O Brasil, pelo visto, quer pagar para ver as caneladas da mamãe de aluguel. Pensando bem, ele merece.

Erraram em 2006, vão errar em 2010.

Neste mesmo período, em 2006, o quadro das pesquisas era rigorosamente igual ao de hoje. Lula venceria no primeiro turno e nada poderia mudar o quadro. Ricardo Noblat fez o seguinte post, há quatro anos atrás:
A imprensa e os institutos de pesquisa erraram em 2006. E, agora, estão em pânico porque vão errar de novo. Assumiram muito cedo a vitória esmagadora de Dilma no primeiro turno e, por isso, estão lutando com todas as armas para não perderem a credibilidade. Estão fazendo de tudo para minimizar qualquer reação da oposição, ao mesmo tempo em que juntam todo o tipo de argumento para defender que a eleição já está decidida. A torcida é escandalosa.

Em 2006, no dia 15 de setembro, explodia o caso do Dossiê dos Aloprados, que os analistas como Ricardo Noblat usaram como o fato que impediu uma vitória de Lula no primeiro turno. No entanto, em 27 de setembro, o Ibope ainda dava a vitória de Lula no primeiro turno como favas contadas. Somente na última pesquisa, em 30 de setembro, o Ibope colocou a possibilidade de segundo turno, claro que dentro da margem de erro, dando 49% dos votos válidos para Lula e apenas 37% para Alckmin. 

O caso da violação do sigilo de Verônica Serra, agora confirmado e com ligação direta com o PT, terá trinta dias para ser avaliado pelo eleitor, o dobro de tempo que teve no caso dos aloprados. Portanto, é prematura a torcida do Noblat, da Lobo, da Hippolito e do Rodrigues, para que o assunto não dê em nada e a vitória de Dilma venha no primeiro turno. A quebra do sigilo fiscal da filha de Serra é  um escândalo muito mais poderoso do que o dossiê de 2006. A primeira diferença que deve ser marcada (pelo menos é o que se espera da campanha tucana) é que não se trata de "aloprados". Muito antes pelo contrário. Basta provar, o que é muito fácil, que o crime ocorrido não foi fruto de uma ação de desmiolados: ele tem a marca registrada da "inteligência" do PT, foi urdido dentro da máquina pública, por gente do partido.

Desde Lula, que ontem chamou quebra de sigilo fiscal de "futrica", passando por Dilma que denominou o caso de "factóide", fazendo uma escala no ministro da Fazenda que considera uma coisa normal quebrar sigilos dentro da Receita Federal, chegando, finalmente, em um contador violador de sigilos filiado ao PT, a história é muito consistente. Se não existe uma pilha de dinheiro, como o Noblat, a Lobo, a Hippolito, o Rodrigues e tantos outros incensados e insensatos jornalistas cobram para considerar um crime deste porte como um verdadeiro escândalo, há uma série de indícios de aparelhamento do estado e de ameaça ao estado do direito. 

O povo brasileiro, por mais humilde que seja, é honesto e decente. Basta mostrar, nos próximos trinta dias, as ameaças que a democracia está sofrendo. É preciso mostrar às pessoas que, depois da quebra do sigilo sem punição, vem a quebra da propriedade privada, a quebra do segredo de correspondência , a quebra de tantos outros direitos fundamentais do cidadão. Basta  explicar ao povo brasileiro os riscos que ele está correndo. Faltam 30 dias. Não faltam tempo e nem elementos para desmanchar a mentira da vitória esmagadora no primeiro turno. Os adesistas de plantão erraram feio em 2006. Vão errar de novo em 2010, mas só vão dar o braço a torcer três dias antes das eleições. E sempre dentro da margem de erro que, para eles, é margem de segurança. Há muita eleição pela frente, ao contrário do que institutos, blogs e colunistas estão afirmando.

Quem no PT filiou e desfiliou o violador de sigilos? Fala aí, Dutra!

Os jornais informam que o contador Antonio Carlos Atella Ferreira era filiado ao PT quando usou uma procuração falsa para retirar na Receita Federal dados sigilosos de Veronica Serra, filha do candidato do PSDB à Presidência, José Serra. O Tribunal Regional Eleitoral informou ontem que ele se filiou ao PT de Mauá, no ABC paulista, em outubro de 2003, mas não confirmou se ele ainda é ligado ao partido.  Segundo o tribunal, consta uma anotação, de novembro de 2009, apontando "exclusão" do nome dele do cadastro de eleitores. Isso não significa necessariamente que ele deixou de ser filiado. Pode ter havido conflito de documentos ou mudança de domicílio eleitoral. 
..................................................................................
O PT é rigoroso e organizadíssimo em termos de filiações e desfiliações. Olhem só o que diz lá no FAQ do site do Maurício Rands, deputado petista pernambucano, sobre como fazer uma desfiliação:

Basta encaminhar uma cópia do pedido de desfiliação para o DN. Lembre-se, as exclusões de filiados no Cadastro Nacional de Filiados só podem ser realizadas a pedido, por falecimento, ou por expulsão após o devido processo disciplinar. A solicitação de desfiliação deverá ser sempre feita por escrito e assinada pelo solicitante. Nos casos de falecimento basta enviar um documento assinado pelo Presidente do DM. Já nos casos de expulsão é necessário aguardar o fim de todos os prazos para recurso e depois encaminhar a Ata da Instância, que julgou por último o processo.

No site do PT, tem  todas as informações sobre filiações e desfiliações. Inclusive modelo de ficha de desfiliação, que afirma que o pedido deve ser assinado.
É fácil o PT apresentar estes documentos, tanto de desfiliação como de filiação, pois uma cópia sempre é enviada para o Diretório Nacional, conforme podemos no Manual de Filiação, que é detalhadíssimo. Veja abaixo como o PT orienta o processo de preenchimento da ficha de filiação:
Então, o pedido é simples. Será que o presidente do PT, José Eduardo Dutra, poderia apresentar ao país o formulário assinado pelo contador violador de sigilos, pedindo a sua exclusão do Cadastro Nacional de Filiados do partido? Ou ele continua petista, só que, depois que cumpriu a sua missão em 30 de setembro de 2009, foi preventivamente retirado sem que assinasse desfiliação alguma? Mostra agora mesmo o formulário, Dutra! Mostra que foi ele quem assinou e pediu e não o PT que, ao receber a encomenda, deletou o contador violador de sigilos.

Deu no Globo.

Guerra? Que guerra? É apenas uma consulta ao site do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, que é aberto e público. Não é acesso a dados sigilosos da Receita Federal. Se existe alguma coisa pouco recomendável no processo citado, o problema é dos réus. Aqui o post publicado e referido pela coluna Panorama Político, de Ilimar Franco.

No RS do Tarso, a PF está cheia da grana.

Enquanto no resto do país as operações da Polícia Federal estão suspensas por falta de dinheiro, ele abunda no Rio Grande do Sul. Lá o ex-ministro da Justiça, o petista Tarso Genro, é candidato ao governo do estado e lidera as pesquisas. Casualmente, em 24 horas, a PF gaúcha, junto com o Ministério Público, deflagrou duas operações. Em uma delas, prendeu executivos de agências de propaganda e do marketing do banco estatal Banrisul que fazem a mesma coisa que empreiteiras e agências de propaganda que atendem o Governo Lula praticam: ganham uma licitação, cobram um preço e subcontratam por um preço menor, ganhando muito dinheiro com isso e distribuindo, é claro, algumas benesses aos gestores. Na outra operação, prenderam um militar que atuava dentro da Casa Civil da governadora Yeda Crusius, do PSDB, pela acusação de espionagem. Tarso Genro precisa tirar alguns pontinhos de Yeda Crusius para ganhar as eleições no primeiro turno, evitando um segundo turno, provavelmente, com José Fogaça(PMDB), onde fatalmente será derrotado. Mas é só uma casualidade o fato dele ser ex-ministro da Justiça, ex-chefe da Polícia Federal, que só tem dinheiro para operações bombásticas no Rio Grande do Sul, onde ele é candidato a governador.

Bolsa imprensa.

A coluna de Fernando Rodrigues, na Folha de São Paulo, começa assim: 

Só houve um assunto no mundinho da política nesta semana: o "receitagate", com o       vazamento sistemático de sigilos fiscais de centenas de contribuintes brasileiros, incluindo tucanos e a filha do candidato do PSDB a presidente, José Serra. Telejornais trataram do assunto extensivamente.

E termina assim:

Na disputa atual, por enquanto, o caso abraçado pelos tucanos para anabolizar Serra ainda não demonstrou ter octanagem para alterar o rumo da eleição.

Este jornalista é editor de política de um dos principais jornais brasileiros, em Brasília. É comentarista de TV. Para ele, tem o "mundão" da política que já dá vitória antecipada para Dilma , do qual ele participa, e tem o "mundinho" da política que fica indignado com o crime cometido para "anabolizar" a campanha da petista, conforme provas denunciadas pelo seu próprio jornal. Já no início do texto, Fernando Rodrigues "abraça" a versão oficial de que foram centenas de pessoas que tiveram o sigilo violado e, lá no meio deles, familiares de José Serra e colegas seus de partido, como se fosse por acaso. A conclusão do colunista, lá pelo meio do texto, é que o povão não entende a complexidade da quebra de um sigilo fiscal, pois nem mesmo declara imposto de renda. E que, por isso, as pesquisas continuaram iguais e o caso não terá influência nas eleições. O jornalista coloca o tema como se não fosse a sua obrigação profissional justamente interpretar, explicar, traduzir os fatos para os menos informados. O leitor comum procura um jornal justamente para entender a complexidade dos acontecimentos. Para entender o que não consegue resolver sozinho ou conversando com os amigos. Fernando Rodrigues se recusa, como profissional, a cumprir o seu papel de informar e formar, defendendo a cidadania e a democracia. Isto, para ele, é secundário.
O mais relevante, segundo o colunista, é que o assunto  da quebra de sigilo é muito complexo e que o povão só entende mesmo a Bolsa Família. Por este caminho, em breve  o Fernando Rodrigues estará recebendo a Bolsa Imprensa e trabalhando no Pravda BR. Isto se, hoje, já não estiver recebendo outros tipos de benefícios distribuídos aos jornalistas, tão comuns no Brasil do Lula e do PT.

sexta-feira, 3 de setembro de 2010

Xô, Lula!


Gauchada vaia o presidente folgado que atrapalhou os trabalhos de uma feira profissional. Vai montar palanque em Garanhuns, babaca!

Que coincidência! O contador violador é filiado ao PT de Mauá, que foi assaltado na noite passada. Queima de arquivo?


Acima, o vídeo do Jornal Nacional. Abaixo, a matéria que o PT publicou. Ao que tudo indica, quando a coisa ia estourar, o PT assaltou o PT. Ou quem é que tem colete da Polícia Federal ao seu dispor, desde os aloprados de 2006? 


Faltou o presidente do PT lá de Mauá informar que roubaram as fichas do partido, entre as quais a do Contador Violador Aloprado Petista. Ou cinco homens vestidos de PF não levaram nada além de celulares dos guardas e mais duas pistolas? E o computador?  E o HD?Trocaram o velho onde constava a filiação por um novinho em folha?Ora, só quem não conhece esta bandidagem, esta rafuagem, esta camarilha, para não ligar uma coisa com a outra. A outra teoria da conspiração é que tudo não passa de um grande laranjal. E que o sigilo, na verdade, foi quebrado lá em cima, onde a "manteiga" não desanda, o "capacho" é grosso e sempre existe uma "guerra" pronta para matar em nome da mulher amada.

O violador do sigilo da filha de Serra é filiado ao PT.

Da Veja:

Apesar de sustentar, em diversas entrevistas à imprensa, que nunca teve filiação partidária, o contador Antonio Carlos Atella Ferreira – que, usando uma procuração falsa, pediu acesso às declarações do Imposto de Renda da filha do candidato tucano à Presidência, José Serra, Verônica Serra - foi filiado ao PT. O pedido de filiação foi feito em 2003. O nome dele não aparece na base de dados atual da Justiça Eleitoral porque, em 2009, houve um problema técnico em seu registro, que não foi corrigido. Isso não significa, no entanto, que Atella tenha se desfiliado, apenas que o nome dele deixou de constar da lista de filiados ao PT. A filiação foi feita primeiro em Mauá, no ABC paulista. Depois, o título de eleitor de Atella foi transferido para Ribeirão Pires, também no ABC.
Inquérito – Atella foi identificado, em inquérito da Corregedoria da Receita, como o homem que pediu acesso aos dados sigilosos de Verônica e juntou ao expediente uma procuração com a assinatura falsificada da filha de Serra e dados incorretos do tabelião, como mostrou o site de VEJA. Em entrevista ao Jornal Nacional, da TV Globo, Atella apontou um suposto contratante: Ademir Estevam Cabral. Segundo o contador, Cabral encomendaria serviços e trabalharia para outras pessoas. O trabalho, afirmou, viria “do Brasil inteiro”. Atella citou Minas Gerais, Brasília e São Paulo. Por telefone, Cabral negou ao JN ter falsificado a assinatura de Verônica ou que tenha passado por ele o pedido de cópia de documentos em nome dela.

Lula já tinha mandado cartinha para blog imundo. Agora defende publicamente o conteúdo nojento da esgotosfera.


Acima, a carta que Lula mandou para o blog imundo que veicula calúnias contra José Serra e sua família. Abaixo, as suas declarações de hoje, dadas no Rio Grande do Sul:

"Nosso adversário deveria procurar um novo argumento. Não é possível que possa pedir que eu censure a internet. Não posso fazê-lo. Ele não me alertou. Ele se queixou."

"Sempre achei que a internet livre tem coisa extraordinariamente séria e coisa extraordinariamente leviana. Não tem nada demais o que a internet publicou sobre a filha de Serra. Há insinuações como há contra o presidente Lula, contra a família do presidente Lula, contra vocês jornalistas individualmente. Se escrevem alguma coisa que o internauta não gosta, tomam cacete o dia inteiro." 

Ninguém pediu para Lula censurar a internet. O que ele deveria era ter o mínimo de vergonha naquela cara para, em primeiro lugar, não chamar José Serra de "adversário", porque Presidente da República não tem "adversário". Em segundo lugar, deveria se dar ao respeito de não ficar  enviando carta de apoio para blog do esgoto. Uma carta do presidente é um incentivo à baixaria e sujeira na internet.

O aloprado predileto do Lula também está de volta.

Jorge Lorenzetti, o "churrasqueiro" do Lula, que foi peça-chave no escândalo dos aloprados em 2006, foi efusivamente recebido, hoje, pelo ministro das Relações Institucionais, Alexandre Padilha, na Federação das Indústrias de Santa Catarina. O interlocutor do "churrasqueiro aloprado" não poderia ser mais apropriado: ministro das Relações Institucionais. Porque é assim que este governo corrupto e violador de sigilos trata com aloprados. Institucionalmente. Alguns aloprados ficam ricos. Outros continuam amigos para sempre. É o caso do "churrasqueiro aloprado" de Lula.

Lula vaiado no Rio Grande do Sul.

Lula acaba de ser vaiado  por um grupo de produtores, na sua visita a Expointer, a principal feira de animais do Rio Grande do Sul, porque a sua visita atrapalhou as vendas. Já por medo das vaias, Lula mandou interditar a feira durante todo o dia para a visitação pública. A manifestação foi no pavilhão de ovinos. Não existe ovelhinha nos pampas.

Para copiar e distribuir.

Mais um crime eleitoral coberto pela TV Brasil.


Em pleno Rio de Janeiro, este "mal" elemento que se olha no espelho e enxerga o chefe da bandidagem, chama a TV Brasil para filmar um evento oficial, o qual transforma em comício eleitoral para  atacar de forma desprezível um ex-prefeito e candidato ao senado. Ele não tem ética, não tem respeito e não tem vergonha na cara.Ao fundo, o jornalista vagabundo terrorista que ameaçava de morte os embaixadores que sequestrava, sorri, deliciado com a cobertura oficial paga pelo dinheiro dos nossos impostos.

Para copiar e distribuir.

Lula não quer um "descartaxo". Punir o Abafador Geral da Receita pode tirar voto da Dilma.

Do Estadão, comentando a decisão do "chefe da bandidagem", Luiz Inácio Lula da Silva:

Em vez de demitir o secretário da Receita Federal, Otacílio Cartaxo, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva ordenou ontem ao ministro da Justiça, Luiz Paulo Barreto, que a Polícia Federal assuma integralmente a investigação das violações de sigilo fiscal dos políticos e familiares de tucanos aliados do presidenciável José Serra (PSDB). A Receita fica só com o processo disciplinar dos seus funcionários. O acirramento da disputa eleitoral e judicial entre PT e PSDB adiou a exoneração de Cartaxo. Os assessores da Presidência avaliam que a candidata Dilma Rousseff (PT) está enfrentando um "golpe eleitoral" e que este não é o momento de oferecer a cabeça de Cartaxo aos tucanos. A decisão de concentrar a investigação na PF parte do princípio de que a instituição policial tem mais credibilidade para o trabalho. Também tira o foco da suspeição de cima da Receita.

Estadão chama Lula de chefe da bandidagem.

Clique e amplie para ler o Editorial do Estadão.

São tantos os bandidos no governo petista que eles cometem o mesmo crime em vários lugares ao mesmo tempo.

A Folha informa que o sigilo fiscal do vice-presidente do PSDB Eduardo Jorge Caldas Pereira foi violado várias vezes, em diferentes "ocasiões e datas". É o que diz relatório assinado por Guilherme Bibiani Neto, chefe da Corregedoria da Receita Federal em São Paulo, ao qual a Folha teve acesso. O documento, de 27 de agosto, faz parte do procedimento da Corregedoria-Geral do fisco que, sob sigilo, apura o caso. Foi enviado para a Receita e para o Ministério Público Federal em Brasília. "Estou surpreso. Mais uma novidade da investigação", disse Eduardo Jorge. Na página 3, Bibiani Neto diz que "constam diversos acessos em grande número a declarações de Imposto de Renda e ao CPF do contribuinte Eduardo Jorge, sem que se comprovasse motivação jurídica para fazê-lo". Ele continua: "Os acessos supostamente imotivados não se restringem ao dia 8 de outubro de 2009, mas, pelo contrário, realizam-se em várias ocasiões e datas".
..................................................................................
Se alguém tinha alguma dúvida de que era um caso isolado, não é. Por todo o Brasil, por toda a máquina pública, bandidos cometem os mesmos crimes de violação de dados fiscais e bancários de "oponentes", como dizia aquele ex-governador petista e gambá do Rio Grande do Sul. Como a hidra tem várias cabeças, o Zé Chefe da Quadrilha pede para quebrar, o Antonio Violador pede para quebrar também, o Marco Tártaro pede para quebrar de novo, mas não se conversam entre si. Todos eles e mais alguns devem ter pedido a quebra do sigilo da direção do PSDB. Afinal de contas, se um funcionário do governo pode ser um fiscal do partido, perseguindo a população e principalmente os adversários do regime, nós já não estamos em Cuba?

O crime é gravíssimo, mas a reação é exagerada. O jornalismo de opinião é mais sujo do que os blogs de aluguel.

A imprensa brasileira já vive em plena nova era do "controle social da mídia". Acha que não, mas já age como o maior escudo para preservar a imunidade dos criminosos reincidentes que estão no poder. Grande nomes do jornalismo concordam que a quebra do sigilo da filha de José Serra é um caso gravíssimo, mas tudo tem limite. Para este grupelho, onde é que já se viu José Serra reagir e apontar para Dilma Rousseff como responsável e, agora, para o próprio Lula como pleno conhecedor dos fatos, avisado que foi pelo próprio Serra? Para a imprensa, a reação é desespero de José Serra. E não é motivo para estar desesperado? Quem, tendo uma vida correta e de serviços ao país, uma biografia inatacada, muito ao contrário da guerrilheira, terrorista, ex-detenta e carreirista, não ficaria desesperado? Depois de enfrentar uma campanha onde o presidente comete crime em cima de crime eleitoral, sendo condenado a pagar duas mãos cheias de multas, de usar de forma desavergonhada o dinheiro público para fazer a sua sucessora, ainda ver a privacidade da sua família ser invadida não é motivo de desespero?  A imprensa venal, que tem sido mais suja do que os blogs do esgoto, admite que o caso é grave, mas não tem fotos ou imagens. Como se não fosse papel deles, na falta de imagens, encontrar as formas de esclarecer a opinião pública sobre a gravidade do fato. Não é este o papel de um jornalista? Para importantes colunistas, comentaristas e blogueiros, se não tem a montanha de dinheiro, o ocorrido não terá efeito e já está decidido que Dilma ganhará no primeiro turno.  Esta é a concusão generalizada e vejam! eles já têm até o discurso único preparado! Para que são tantos, então? Por que não ter, então, apenas um jornal, apenas um redator, apenas um colunista? A imprensa brasileira é mais suja do que os blogs do esgoto. Ninguém precisa violar o caráter da maioria destes grandes colunistas, comentaristas e blogueiros para saber o que está por trás do seu comportamento.:para alguns, é dinheiro; para outros, é má fé; para outros, é chapabranquismo mesmo.  Está muito escancarado, está tudo muito claro. O jornalismo de opinião, com raras exceções, está curtindo adoidado o "controle social da mídia" que já chegou e que é o que eles mais queriam. Hoje eles são muitos, mas um dia, como em Cuba, serão apenas um.

Serra informou Lula sobre possível quebra de sigilo da filha, mostrando matérias dos blogs imundos. Há 6 meses atrás.

Da Folha de São Paulo:

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, tem dito a aliados que alertou pessoalmente, em janeiro, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva para a hipótese de violação de sigilo fiscal de sua filha, Veronica. Segundo seus relatos, a conversa com Lula aconteceu no dia 25 de janeiro, quando se encontraram na solenidade oficial de comemoração do aniversário da cidade de São Paulo. Serra conta que, advertido pela própria filha, mostrou a Lula cópias impressas de artigos publicados em blogs de apoio ao PT e à candidatura de Dilma Rousseff. Como os textos continham dados sobre Veronica, Serra reclamou da exposição de sua família em blogs, segundo ele, "patrocinados pelo governo". O tucano teria questionado Lula sobre a origem dos dados. Ainda segundo relatos a aliados, o presidente disse que não tinha nada a ver com as publicações. Em janeiro, Serra era governador de São Paulo e liderava as pesquisas de intenção de voto para presidente. A amigos ele conta que ficou especialmente contrariado ao saber que, dois meses depois da conversa, o governo enviara cumprimentos ao blog pelo aniversário. Agora, com a confirmação da quebra de sigilo da filha, Serra tem se queixado pelo fato de o governo ter negado qualquer envolvimento. Ontem, em entrevista, Serra disse que os dados referentes à declaração de bens de sua filha eram usados, desde o ano passado, em blogs que chamou de "semioficiais". "Esse pessoal que vem fazendo [os blogs] é da campanha da Dilma", acusou Serra. "No ano passado, minha filha disse: "meus dados de imposto de renda estão circulando nesses blogs sujos do PT", inclusive referências feitas em blogs da Dilma, dos amigos do presidente Lula, blogs semioficiais. Há inclusive cartas cumprimentando um dos blog pelo aniversário. Eram blogs semioficiais." Na entrevista, realizada após audiência com o presidente da Colômbia, Juan Manuel Santos, Serra acusou o governo de "blindagem" de Dilma. Mas, em nenhum momento, mencionou sua conversa com Lula. Serra disse que Dilma é a responsável pela violação do sigilo, ainda que afirme desconhecer a quebra. "Ela é a responsável, porque é a responsável pela campanha. O esquema de espionagem foi feito com gente nomeada, reuniões, pessoas contratadas e tudo mais", afirmou. Serra acusou a Receita de postergar as investigações, no que chamou de operação "abafa-abafa". Questionado sobre declarações de Lula, concordou que a Receita "é uma instituição séria e responsável". "O problema é que o PT está conseguindo desprestigiar a Receita."

PT incentiva o crime e transforma criminoso em herói.

Editorial de O Globo:

Era de se prever uma dura campanha eleitoral. Como todo grupo político, PT e aliados procuram estender o máximo possível seu projeto de poder. Os tucanos, por exemplo, aprovaram alteração constitucional para a reeleição de FH. Por que Lula, PT e partidos da base do governo não poderiam desejar algo semelhante? O problema está nos métodos petistas. O desenrolar da vida política brasileira desde a redemocratização sinalizava para um alto risco de ações subterrâneas. No final da campanha de 2006, com a tentativa de “aloprados” petistas — um deles, chefe da campanha do candidato do partido ao governo de São Paulo, Aloizio Mercadante — de comprar, com dinheiro vivo, um dossiê falso contra Serra, emergiu a ponta do bunker clandestino que atua além dos limites da lei e do estado de direito para sabotar adversários. Há pouco, um sindicalista dissidente desse grupo, Wagner Cinchetto, garantiu à “Veja” e ao “Estado de S. Paulo” que esse núcleo de “inteligência” age nas sombras desde 2002. Infelizmente, os piores prognósticos se confirmam, com uma sucessão de fatos degradantes em que, mais uma vez, agentes aloprados deixam impressões digitais em tentativas clandestinas de desestabilizar a candidatura tucana de Serra ao Planalto. Desta vez, para ajudar a eleição de Dilma Rousseff, entendida pela militância como o sonhado “terceiro mandato” de Lula. Traduza-se “terceiro mandato” pela manutenção de pouco mais de 20 mil pessoas empregadas em “cargos de confiança”, pela garantia de outros quatro anos de acesso fácil ao dinheiro público por parte de grupos políticos incrustados em aparelhos na máquina pública, de corporações sindicais a organizações políticas como as dos sem-terra. Portanto, para atingir este fim valem todos os meios. Um deles, a quebra do direito constitucional à privacidade, pela obtenção ilegal de informações sigilosas sob a guarda da Receita. Veio a descoberta do uso da delegação da Receita em Mauá para o desvio de declaração de renda do tucano Eduardo Jorge, cujas informações iriam, ou foram, abastecer uma linha de montagem de dossiês existente num escritório de campanha de Dilma Rousseff. Depois, constatou-se que o golpe fizera mais vítimas tucanas, inclusive a filha do candidato do partido ao Planalto, Verônica Serra, alvejada por uma operação escabrosa de uso de falsificações de assinaturas e de carimbo de cartório. Neste crime, foi usada outra base da Receita na Grande São Paulo, a de Santo André. É a impunidade existente no PT que incentiva a militância a agir como delinquentes, espiões. O partido estimula o crime quando dá tratamento de herói a mensaleiros, permite que o aloprado Hamilton Lacerda, da campanha de Mercadante e da gangue do dossiê falso, volte à legenda. Quando a PF pouco ou nada faz para descobrir a origem da montanha de dinheiro levado na mala preta de Hamilton e comparsas para comprar o tal dossiê, ela avisa aos companheiros que “está tudo dominado”, “liberou geral”. Neste quadro de deterioração do serviço público, não espanta que o feroz Leão da Receita se transforme em dócil gatinho diante do roubo de informações nos seus computadores. Independentemente do resultado das eleições, a sociedade brasileira tem grave doença a debelar: a partidarização do Estado, uma das últimas escalas na degradação da democracia rumo a um regime policial, personalista, autocrático.

quinta-feira, 2 de setembro de 2010

Os blogs sujos poderiam ver porque a filha e o ex-marido da Dilma estão sendo processados. Só para dar um descanso para a filha do Serra.

Antes que alguém venha tentar igualar quebra do sigilo com acesso ao site do TJ-RS, o Blog já avisa que qualquer um pode consultar processos. Não precisa contratar "laranja" com procuração adulterada ou financiar jornalista bandido para montar dossiê. Neste caso aí, onde o ex-marido e  ex-terrorista Carlos Araújo, bem como a filha da Dilma aparecem como réus, não dá para saber qual o motivo de estarem sendo processados. Mas já que os porcos fuçam tanto na vida da filha do Serra, poderiam fuçar um pouco na vida da filha da Dilma. Quem sabe não encontram a sujeira que tanto procuram?
................................................................................
Aqui, com o número CNJ 14486311620098210001, você pode acompanhar todas as movimentações. Ao que parece, é uma causa de R$ 45.000,00. Ao que parece, a filha da candidata não está sendo localizada pelo oficial de Justiça. Essa gente...

O TSE serve para discutir se deputado violou o horário do governador na TV. Não serve para julgar candidato que manda violar sigilo fiscal da filha do adversário.

Do site do TSE, mostrando que está tudo dominado e que somente a indignação nacional pode preservar a democracia brasileira:

O corregedor-geral eleitoral, ministro Aldir Passarinho Junior, arquivou a representação da coligação O Brasil Pode Mais que pedia a cassação do registro de candidatura de Dilma Rousseff à Presidência da República. Na representação, a coligação que apóia José Serra acusou Dilma e outras seis pessoas (o candidato a senador por Minas Gerais, Fernando Pimentel; o jornalista Amaury Junior; o jornalista Luiz Lanzetta; o secretário da Receita Federal Otacílio Cartaxo; e o corregedor-geral da Receita Federal, Antonio Carlos Costa D’avila) de usar a Receita Federal para quebrar o sigilo fiscal de pessoas ligadas ao candidato Serra, com a intenção de prejudicá-lo em benefício da campanha da candidata Dilma. Ao analisar o pedido, o ministro Aldir Passarinho Junior destacou que a coligação não apresentou “concreta demonstração” de que a candidata Dilma Rousseff teria se beneficiado dos atos. Além disso, ele não reconheceu lesividade na conduta capaz de desequilibrar a disputa eleitoral. O ministro destacou ainda que os fatos narrados pela coligação poderiam configurar falta disciplinar e infração penal comum que devem ser apuradas em sede própria, que não é a seara eleitoral. Destacou que, inclusive, a investigação já vem ocorrendo com a participação do Ministério Público Federal. O ministro esclareceu também que a legislação permite que as coligações ingressem com representações diretamente ao corregedor eleitoral no período de eleições para relatar fatos, indicar provas, indícios e circunstâncias, visando a abertura de investigação judicial para apurar uso indevido, desvio ou abuso do poder econômico ou do poder de autoridade, ou utilização indevida de veículos ou meios de comunicação social, em benefício de candidato ou de partido político. No entanto, a instauração do procedimento da investigação judicial eleitoral está condicionada “à satisfação de requisitos fático-probatórios sobre os quais se erige o pedido (fatos, provas, indícios e circunstâncias)”.

A senha dada por Dilma foi: "estou pronta para o que der e vier". Estava mesmo.

A candidata petista Dilma Rousseff está declarando, desde ontem, que quando o sigilo de Verônica Serra, filha de Serra, foi violado em 30 de setembro de 2009, ela nem era candidata à presidência, portanto não está envolvida. Ela é muito cínica, pois é candidata desde 2007. Em 28 de setembro de 2009, a petista havia recebido a notícia de que estava livre do câncer linfático,  após exames no Hospital Sírio-Libanês. Era a última etapa para confirmar a sua candidatura. Naquela oportunidade,  questionada sobre a disputa à Presidência da República em 2010, afirmou que estava “pronta para o que der e vier”. O grito de guerra suja foi a senha para os aloprados colocarem em ação o plano de acabar com José Serra. Dois dias depois, o sigilo de Verônica Serra foi violado e a campanha petista começou a montar o dossiê contra o tucano.

É agora ou nunca.

Se o PSDB não colocar o problema em toda a extensão ainda hoje, no pograma eleitoral, a reação do outro lado já está em andamento. Oficialmente, o ministério de Lula, em horário de expediente e cometendo um  crime eleitoral igual a dezenas já cometidos,  comanda o discurso de que a violação do sigilo da filha de José Serra é "uma tentativa de golpe eleitoral". A imprensa dá guarida e apoio.  Leiam aqui. Que o PSDB tenha a exata noção da História! É agora ou nunca. O que o PSDB deve fazer é um Comunicado ao Povo Brasileiro. Menos do que isso, é nada.


Isto que foi veiculado no programa da tarde não funciona. Este é o jeito Gonzales de fazer as coisas,entendendo que não deve expor o candidato diretamente. O marqueteiro acha que recorte de jornal tem mais credibilidade do que a palavra de um homem de bem como José Serra, de uma mulher de bem como Mônica Serra e de nomes que, por mais que sejam criticados, têm um passado, como Fernando Henrique Cardoso. Chega de recortezinho de jornal! Tudo isso o povo já sabe e já viu no Jornal Nacional. Está na hora de colocar INDIGNAÇÃO no ar, senhor Gonzales! De colocar REVOLTA, que é o que todos nós estamos sentindo. Chega de apresentadorzinho com arzinho de indignadinho, porra! Acorda, marqueteiro! Isso não se aplica mais a este momento do país e tampouco da campanha eleitoral. Isso não é o Dossiê dos Aloprados. Violar sigilo é infinitamente mais grave do que isso. Chega de pesquisinhas qualitativas, porque o consumidor não sabe o que está ocorrendo e, portanto, não tem condição de opinar sobre o caso. É preciso mostrar a ele em um, dois, três, o resto dos programas eleitorais o que vai acontecer com a democracia no Brasil. Alguém precisa abrir os olhos do marqueteiro, fazendo logo aquela operação de catarata que ele tanto está necessitando!

Apelo.

 Os eleitores da oposição não querem apenas um depoimento de José Serra no programa eleitoral sobre o crime cometido pela Campanha da Dilma, violando o sigilo da filha do adversário e de dirigentes do PSDB, conforme os jornais estão noticiando. Os eleitores da oposição querem um programa inteiro sobre o tema. Dois programas. Três. O que está em risco não é a eleição. É a democracia. Do jeito que a eleição está sendo roubada, desde 2007, com o uso da máquina pública e os sucessivos crimes eleitorais de Lula, não será com depoimentos do Serra que o quadro irá mudar. Está na hora de botar no ar Fernando Henrique Cardoso contando o seu drama familiar quando Dilma comandou o dossiê contra a sua esposa, Dona Ruth Cardoso. Está na hora do ex-presidente relatar ao país a perseguição implacável que sofre do PT, a forma criminosa como ele, como ex-presidente é tratado pelos ratos petistas. Está na hora de botar no ar Mônica Serra. Dona Mônica estava no exílio salvando a vida de petistas como Marco Aurélio Garcia, enquanto a outra estava aqui, participando de grupos de terror que explodiram em mil pedaços o soldado Mário Kozel. Está na hora de defender a democracia. O PSDB acaba de entrar com uma ação no TSE pedindo a impugnação de Dilma Rousseff. Com toda a razão. Então, não há lógica de que o programa de hoje não seja inteiramente sobre o tema. O de depois de amanhã idem. O de segunda da mesma forma. É preciso que o Brasil faça a sua escolha consciente do que vai acontecer com a nossa democracia. Não se trata mais de programa eleitoral. O que temos agora é uma cruzada em defesa da democracia. Está feito o apelo.

Violar dados sigilosos já virou rotina no governo petista.

Algumas semanas atrás, o MEC deixou vazar os dados de milhões de inscritos no Enem. Ontem foi feita a denúncia de que o mailing do Prouni foi entregue ao ex-presidente da Une, Gustavo Petta, candidato a deputado federal pelo PCdoB, em São Paulo. Não é só a violação de sigilo de adversários políticos. O governo petista também entrega para os seus aliados toda e qualquer informação que possua, sem que nada aconteça. Podemos até ficar surpresos se as provas do Enem forem, novamente, roubadas. Não será surpresa nenhuma se a companheirada receber as provas antes, para tirar as melhores notas e conquistar as melhores vagas. Clique na matéria abaixo do Estadão para ampliar e ler.

Lula diz que quebra do sigilo é "bandidagem". Faltou dizer que é "bandidagem política".

Lula tenta transformar um crime político dos mais graves já ocorridos no Brasil em crime comum. Esta é a estratégia do governo para blindar Dilma. Não será possível, desta vez. Há provas mais do que suficientes de que foi "bandidagem política", comandada por petistas e com total conhecimento da candidata, que sempre protegeu os acusados. Se tivesse demitido sumariamente os culpados, quando o Dossiê foi distribuído à imprensa por membros da sua campanha, a candidata até poderia alegar desconhecimento. Não demitiu. Protegeu. Acolheu. Os aloprados saíram da vitrina, mas continuaram trabalhando na sua campanha. Há dezenas de testemunhos sobre isso. Havia um esquema em andamento para atacar José Serra, novamente, como em 2006. Desta vez não foi uma montanha de dinheiro. Desta vez foram mais sofisticados, transformando a Receita Federal em Comitê da Campanha da Dilma. Tiraram de lá uma Secretária séria e lá colocaram um capacho da Dilma: Otacílio Cartaxo, que está tentando abafar o caso, construindo versões debochadas e mentirosas. Lula tem 50% de razão. É "bandidagem". Só faltou completar com os outros 50%: "bandidagem política".

Criatura contra o criador: jornalista que acusa Serra em livro diz que foram petistas que montaram Dossiê.

Da Folha de São Paulo:

O jornalista Amaury Ribeiro Jr., ligado ao "grupo de inteligência" da pré-campanha de Dilma Rousseff (PT), disse ontem à Folha que não participou da produção de dossiê contra tucanos.  Segundo o jornalista, a informação de que documentos foram compilados contra José Serra foi originalmente "plantada na imprensa" por setores do próprio PT no contexto de uma disputa de espaço no comando da pré-campanha da petista, o chamado "fogo amigo". Os dois grupos eram representados pelo ex-prefeito de Belo Horizonte Fernando Pimentel, que teria levado o "grupo de inteligência" para a pré-campanha, e o deputado estadual Rui Falcão. O jornalista diz que concluiu um livro sobre as privatizações no governo FHC e que metade da publicação será dedicada às "intrigas" sobre a existência do dossiê. Ele diz que seu livro se baseia em mais de 150 documentos, "todos legais", e nega que tenha usado dados provenientes de quebra de sigilo -como as declarações de renda de Veronica Serra. O jornalista participou de reunião em Brasília, em abril, para discutir como o "grupo de inteligência" atuaria. Após a revista "Veja" revelar a movimentação da equipe, ela foi desfeita. Como a Folha revelou em junho, dados sigilosos de Eduardo Jorge, vice-presidente tucano, circularam entre este grupo. Ribeiro Jr. disse que tem provas de que setores do PT passaram informações sobre a existência do dossiê.

Os blogs sujos também tiveram acesso aos documentos fornecidos pela Receita Federal.

Entre em qualquer um destes blogs sujos patrocinados pelo BNDES, Caixa Federal ou TV Brasil e veja como Verônica Serra, Gregório Preciado, Eduardo Jorge e Ricardo Sérgio aparecem juntos, sempre acusados sem provas. De posse das declarações de rendas, os ratos vermelhos dos blogs sujos tiram conclusões e fazem cruzamentos que parecem verossímeis. Estavam construindo este dossiê desde 2009 nos blogs sujos. Estavam preparando o bote contra José Serra. É caso de polícia. Estamos tratando com bandidos financiados pelos cofres públicos. Bandidos instalados dentro da máquina do governo petista.

Mônica Serra desafia Dilma a dizer que "não sabia de nada".

Da Folha de São Paulo:

Mulher do tucano José Serra, a psicóloga Monica Serra duvida da inocência da petista Dilma Rousseff na violação do sigilo de sua filha, Veronica. Monica diz que não se conformará com a responsabilização de servidores. "Quero ir até o fim. Quero saber quem é o mandante."

 
Folha - Como reage à quebra do sigilo de Veronica?
Monica Serra - Coisa de quem não tem família, um atentado à democracia que tanto custou aos brasileiros. Temos uma vida limpa, valores, princípios. E o governo deixa as portas abertas para essa quadrilha banalizando tudo. Todos têm que se sentir ameaçados. Já sofremos com duas ditaduras. [No Chile], vi meu filho, de nove meses, com um cano de arma na cabeça. É isso que fazem as ditaduras. Ameaçam os filhos. O que estão fazendo com a Veronica é para atingir o Zé, me atingir. Peço que deixem minha família em paz.

Segundo o governo, há uma procuração.
Ela desconhece. Vão dizer qualquer coisa. Provem. Isso é um crime. Não vou me conformar em dizer que é uma simples funcionária, coitada. Quem é o mandante?

E o argumento de que há um balcão de compra?
Desculpas estapafúrdias. Você acha que o povo é ingênuo? Estão tratando todo mundo como bobo.

Como havia notícias, nunca suspeitaram de violação?
Quando tem campanha, fazem esse tipo de coisa. Nunca tinha chegado tão longe. Havia ameaças, ouvir dizer. Mas eu não tinha visto.

Sente-se ameaçada?
Eu e o Brasil. As instituições não estão funcionando e querem culpar uma funcionária. Não levam em conta que está acontecendo só com pessoas ligadas ao PSDB. Querem que a gente acredite e dê atestado de quê? Quero respeito com minha família. Não admito uma coisa dessas. Já que as instituições não estão funcionando, vamos admitir que estamos numa ditadura disfarçada.

Acha que a Dilma sabe?
Você espera que se diga "eu não sabia de nada" mais uma vez? Tem que respeitar um pouco os neurônios que as pessoas têm.

Veronica está chateada?
Ela acha isso um absurdo. É vítima de um crime cometido pelo Estado. O Estado tem a posse dos dados dos cidadãos para mantê-los sob sigilo. Não vamos aceitar que banalizem a questão botando a culpa em duas ou três pessoas. Quero ir até o fim. Quero saber quem é o mandante. Isso é o que importa.

Todo são Francenildo no Brasil da Dilma.

Da Folha de São Paulo:

Para uma plateia de 2.000 pessoas que tomou a casa de shows Credicard Hall, em São Paulo, em evento organizado pela campanha de Geraldo Alckmin (PSDB), Serra praticamente relançou sua candidatura. Durante 42 minutos, acompanhado por líderes tucanos e de partidos aliados de vários Estados, Serra chamou petistas de "fascistas", disse que Dilma é uma "fraude" e que a campanha adversária optou pela "sordidez". Principalmente, usou pela primeira vez na campanha, de forma explícita, o caso da quebra de sigilo do caseiro Francenildo Costa, que não vinha sendo usado por conta de sua boa relação com Antonio Palocci, ex-ministro da Fazenda e pivô do caso. Ao fim do discurso, escrito horas antes do evento, chorou, tendo as lágrimas enxugadas pela mulher, Monica. Um integrante da campanha disse, anteontem, que o evento ficaria conhecido como o "dia da virada". Parte do discurso foi improvisado. A menção a Francenildo, por exemplo, foi incluída na hora. "Não perguntem jamais quem é Francenildo. Francenildo são todos vocês, Francenildo somos todos nós", disse o tucano, em referência ao acesso ilegal a sigilos fiscais de tucanos e de sua filha, Veronica. Ainda em referência ao caso das quebras de sigilo, Serra acusou o governo federal de ser uma "máquina partidária que ameaça e persegue as pessoas" e que os servidores responsáveis pelos acessos estão "evidentemente a serviço de uma operação político-partidária e eleitoral". Na linha de provocações a Dilma, disse que "nenhum pedacinho da minha biografia precisa ficar trancado num cofre" -alusão ao processo contra a petista na época da ditadura, cujo acesso hoje é vetado pelo Superior Tribunal Militar (STM). O tucano disse, ainda, que o "governo do PT" representa "a mais escancarada exibição de falta de caráter" e, atacando a política externa, afirmou que o governo virou "porta-voz planetário de todo tipo de ditadores e facínoras", criando "ambiente favorável para que novos fascistas do século 21 construam bombas atômicas".

quarta-feira, 1 de setembro de 2010

Brasil Stalinista: MEC "escorrega" mailing do Prouni para ex-presidente da UNE, candidato a deputado pelo PCdoB.

Do Estadão:

Dezenas de estudantes bolsistas do Programa Universidade para Todos (ProUni) receberam na última terça-feira, 31, propaganda eleitoral não solicitada enviada pela equipe da campanha do candidato a deputado federal Gustavo Petta (PCdoB-SP). A acusação dos universitários é de que houve uso do banco de dados do programa. O estudante de publicidade Ibrahim Cesar, 21, foi um dos primeiros a alertar para a irregularidade: "Percebi que meu nome estava completo e que a mensagem não era personalizada. Comecei a perguntar às pessoas pelo Twitter e na faculdade". O publicitário não foi o único bolsista do ProUni que recebeu o spam. Outros beneficiados de São Paulo contatados pelo Estadão encaminharam a mesma mensagem. Para Ibrahim, o Ministério da Educação, que gerencia o programa cedeu o endereço eletrônico dele e de outros bolsistas. "O que mais me revolta é que não são apenas dados como o meu nome e endereço, são os financeiros. Que outros usos podem fazer destes meus dados? Sinto-me como se meus direitos civis não valessem nada para essa administração”, explica. Leia mais aqui.

Dilmagate: falsificador agiu a mando e objetivo era prejudicar José Serra.

Assista a matéria do Jornal Nacional.

Está lançada a nova Receita da Dilma.

Sai o velho e respeitável leão, entra o rato, o rei da selva do PT.

Por que não violaram o sigilo da filha da Dilma?

Esta é a grande questão. Por que vazaram o sigilo só da filha do Serra? Se eram criminosos comuns, chantagistas ou coisa que o valha,  deveriam ter vazado dados de pessoas de outros partidos e não só do PSDB. Por que não flagraram ninguém do PSDB entregando dossiês para a imprensa e só encontraram gente do PT chamando jornalistas da Folha e da Veja para passar "papéis comprometedores" contra Serra? Esta é outra grande questão. Por que o livro do jornalista safado e vagabundo já havia liberado trechos para os ratos Nassif, Amorim e Azenha acusando Verônica Serra? Dilma Rousseff está envolvida até o pescoço. Tem história em produzir dossiês. Coordenou dossiê contra Dona Ruth Cardoso e Fernando Henrique. que chamou de banco de dados. Esta mulher é capaz de tudo e está provando isso com as suas declarações cínicas a respeito do caso. Cuidado, Brasil. Esta mulher é o que existe de pior dentro do PT. Zé Dirceu de saias. De saias, não. De terninho fashion. Companheira em armas.Qualquer arma. Metralhadora, granada e dossiê sujo.

Assessores impedem Dilma de responder sobre a violação do sigilo da filha de Serra. O que será que ela diria?

O Jornal Nacional questionou Dilma Rousseff(PT) sobre a quebra do sigilo da filha de José Serra(PSDB), para que a sua campanha montasse um Dossiê contra o adversário. A sua assessoria retirou às pressas a candidata para que não mentisse de novo. Ela dizia que queria provas, nas vezes em que foi inquirida. Será que assinatura falsa, procuração falsa e gente falsa não é prova suficiente?

O Ciro já sabia que "vinha dossiê por aí".


Ciro Gomes, o totozinho do Lula, já antecipava o que a Turma do PT e da Dilma iriam aprontar. Em abril.

Lina Vieira foi demitida da Receita por multar a Petrobras e por não abafar a investigação contra um Sarney. Foi demitida por Dilma. Agora a Receita viola sigilos, entrega para a Campanha da Dilma e nada acontece.

Otacílio Cartaxo continua firme no posto de Secretário Geral da Receita Federal. A Receita Federal violou o sigilo de políticos tucanos. E também violou o sigilo da filha de José Serra. Os documentos foram entregues na Campanha da Dilma. Petistas de lá montaram um Dossiê contra Serra e entregaram para a Folha de São Paulo e para a Veja. Eram petistas do primeiro time da Dilma. Aí a Receita abafou as investigações. Cartaxo, o Capacho do PT, liderou a operação. Ele ainda não foi demitido. Lula afirma que a Receita Federal é confiável. Confiável para ele, para o PT e para a Campanha da Dilma. A Receita Federal está a serviço de uma candidatura. O presidente concorda com ela. Lina Vieira, ex-Secretária e antecessora de Cartaxo, foi demitida porque aplicou uma multa milionária na Petrobras. E porque negou-se a abafar uma investigação contra Fernando Sarney, filho de José Sarney, que já foi pego com uma conta fria, de dinheiro roubado de obras e outras falcatruas. São U$ 13 milhões desviados para o exterior.  O dinheiro é de corrupção,  porque se fosse dinheiro limpo não teria sido mandado ilegalmente para o exterior. Sarney é um avalista da Dilma no podre PMDB. Dilma mandou demitir Lina Vieira. E botou lá Cartaxo. Agora o Brasil inteiro fica sabendo porque o Cartaxo não é demitido. Ele trabalha para a Dilma, para a Campanha da Dilma, para o PT da Dilma e não para a Receita Federal. Ele é o Capacho da Dilma e olha que ela tem os pés mais sujos do Brasil. A Receita Federal  passou a ser um lugar de alta periculosidade e de grande insalubridade. Não para  o Capacho da Dilma que está acostumado com este ambiente. Para nós, brasileiros, que estamos nas mãos destes bandidos do colarinho branco e da estrelinha no peito.

Quadrilha!

Não existe a mínima possibilidade de não haver conivência e cumplicidade do funcionário que quebrou o sigilo de Verônica Serra. Não se quebra sigilo por procuração. Todo o contribuinte tem a possibilidade de obter cópia pela internet e cabe ao funcionário da Receita informar ao interessado, se ele aparecer no balcão, sobre a facilidade da operação. A versão montada pela Receita Federal é mentirosa.  É absurda. É tão falsa quanto a assinatura e o CPF do bandido.  O que aconteceu aí foi uma armação para quebrar o sigilo de adversários políticos, deixando para trás o rastro típico dos aloprados do PT. Assinatura falsa. Laranjas. Jornalistas  patrocinados envolvidos. Blogs do esgoto adiantando informações sobre a quebra do sigilo.  Dossiê. Livro-denúncia de jornalista safado que, depois de descoberto, some. Tudo isso é banditismo puro. A declaração da filha de Serra foi  violada para compor um dossiê contra o tucano, montado pela Campanha da Dilma, entregue à imprensa pela Campanha da Dilma, sob a coordenação de gente de confiança da Campanha da Dilma.Isso é uma campanha ou é uma quadrilha? Isso é um partido ou continua sendo uma organização criminosa? Isso é uma democracia ou já virou uma ditadura stalinista?

A filha do Lula e a filha do Serra.

A filha do Lula, Lurian, é o oposto de Verônica, filha do Serra. Esteve envolvida no desaparecimento de R$ 7 milhões da ONG Rede 13 SC, do Fome Zero, em Santa Catarina. Quem acabou com a ONG da filha do Lula, da noite para o dia, foi aquele churrasqueiro aloprado do presidente, Jorge Lorenzetti. O dinheiro nunca apareceu. Depois, Lurian virou manchete por usar o cartão corporativo para despesas pessoais, como se o dinheiro público fosse seu. Até lanchinho ela fazia no cartão. O marido de Lurian, Marcelo Satto, esteve envolvido em várias irregularidades, na condição de lobista, usando a sua proximidade com Lula para arranjar molezas para prefeitinhos. Os tucanos sempre respeitaram a filha do Lula mais do que deviam. Talvez porque acharam demais o que Collor fez, naquela eleição em que derrubou Lula denunciando, justamente, a existência de Lurian. Os petistas não cansam de atacar Verônica Serra. Nunca conseguiram provar nada contra ela. Agora quebraram o seu sigilo na jogada mais suja que a Campanha da Dilma poderia ter feito. A quadrilha continua perseguindo a filha do Serra. Os mesmos que sempre abafaram os "eventos" relacionados com a filha do Lula. A Campanha da Dilma está cheia de porcos e ratos. Gente podre, da pior espécie. Pobre Brasil.

Brindemos juntos.

Do Blog do Augusto Nunes, na Veja:

Outro brinde a todos nós

A cumplicidade corajosa do timaço de comentaristas e a generosidade militante de todos os leitores me contemplam com emoções sucessivas desde 22 de abril de 2009, quando a coluna nasceu. Pois vocês se superaram de novo: neste agosto, o volume de page views chegou a exatamente 722.333 mil. Isso mesmo: mais de 700 mil. Ontem, último dia do mês, à ultrapassagem da barreira espantosa somou-se mais um recorde: foram 32.936 visitas. Quase 33 mil em 24 horas. Repito o que escrevi no primeiro aniversário da coluna: se no universo assombroso da internet talvez nem seja muito, para mim essas cifras são mágicas, tão inverossímeis como um drible de Garrincha ou uma arrancada de Pelé. Não vejo como agradecer, amigos. Conviver com vocês — sobretudo brigar ao lado de vocês — é puro prazer. Mando um abraço muito especial a cada parceiro de caminhada. E proponho outra pausa hoje à noite para mais um brinde. Outro brinde a todos nós.
.................................................................................
Antes das eleições, o Coturno Noturno vai completar 4 milhões de acessos. A média atinge 15.000 visitas por dia, com picos próximos a 20.000. Já passamos de 5,2 milhões de page views. Nos últimos meses, temos alcançado 500.000 page views mensais. Saber que temos perto da metade da visitação do blog de um dos melhores jornalistas do Brasil, hospedado no Portal da melhor revista do país, dá um bruta orgulho. O Coronel é, hoje, o anônimo mais conhecido da blogosfera brasileira.Para desespero dos petralhas que passam por aqui.

Apagão no Planalto.

O Palácio do Planalto está sem energia elétrica desde o início da manhã. Os banheiros também não funcionam., há dois dias. A obra foi recém entregue. Com esta qualidade, a reforma poderia ser apresentada no programa da Dilma como mais uma grande realização do Minha Casa, Minha Vida. 

Mentira de Dilma sobre câmbio ter quebrado sua empresa repercute na imprensa.

O Globo e a Folha repercutem a denúncia feita pelo Coturno Noturno, sobre a mentira de Dilma para justificar a quebra da sua empresa de R$ 1,99. O Brasil arrisca a ter uma presidente que quebrou o modelo de empresa de maior sucesso no Plano Real. É muita competência!

Governo petista quer ficar acima da lei para blindar aloprados da Dilma. É só o começo, pois a máfia palocciana vem aí.

Clique e amplie a matéria para ler.

Dilma esnoba o Rio de Janeiro e cancela debate. Para ela, cariocas e fluminenses já estão no cabresto. Upa, upa, carioquinha!

Clique na matéria para ampliar e ler. Se você é do Rio ou conhece pessoas de lá, aproveite e mande este post para elas. Basta usar o envelopinho abaixo do post.

Pela agressividade, violadora do sigilo da filha de Serra deve ser "cria" da Dilma.

A Folha de São Paulo publica a entrevista da violadora do sigilo de Verônica Serra. Sim, ela afirma que a filha do governador foi a Santo André ou Mauá para pedir para tirar uma cópia do seu Imposto de Renda, coisa que qualquer um pode fazer pela internet. Eis a notícia.

A Folha conversou na noite de ontem com a servidora da Receita Lucia de Fátima Gonçalves Milan. No primeiro momento, Lucia respondeu que a reportagem poderia "conversar com a sua advogada quando ela tivesse informações sobre o caso". Depois, ligou de volta e disse que acessou os dados de "Verônica Serra", mas que o fez porque havia um pedido da própria Verônica. 

Folha - A sra. acessou de dados sigilosos?
Lucia Milan
- Antes de você sair publicando o meu nome, é bom que saiba que eu fiz sim. Mas fiz por que me pediram e tenho um documento autenticado em cartório que comprova isso. Tem até o nome da pessoa que está pedindo a cópia da declaração.
Qual é o nome?
É Verônica, filha de Serra. Houve uma solicitação de cópia e ela assinou o documento. Ela pediu a declaração dela mesmo. Isso a gente guarda cinco anos. Se uma pessoa pede a declaração a Receita tem obrigação de dar.
Verônica entrou em contato com a sra.?
Não. Ela mandou outra pessoa, que avisou outra. Mas tem a autorização dela no formulário. Inclusive, antes de vir em cima de mim, você deveria perguntar a ela por que ela pediu essa cópia. Eu tenho esse documento que já está com o corregedor. Inclusive, quando se pede isso, tem de pagar R$ 10.

Se eu fosse o marqueteiro do Serra...

Serra ataca Dilma, a responsável pela quebra do sigilo da sua família.

A primeira parte da entrevista ao Jornal da Globo.

A segunda parte, onde Serra fala de economia. Como PhD e não como estelionatário acadêmico da Unicamp.

A máfia palocciana quer voltar a ser a máfia palaciana.

Antônio Palloci(PT), ministro deposto da Fazenda, por violar o sigilo fiscal e bancário do caseiro Francenildo, é o principal assessor de Dilma Roussef, a candidata petista. A temível máfia palocciana quer virar a máfia palaciana, sob o patrocínio de Dilma. Se esta gentalha chegar ao poder, esta mesma ralé que viola o sigilo de caseiros e de filhos de adversários, a democracia estará ameaçada. É uma gang da pior espécie. Tão bandida que consegue ser inimiga da gang do José Dirceu.

"Ato criminoso", diz Serra sobre violação so sigilo da filha.

Da Folha Poder:

O candidato do PSDB à Presidência, José Serra, classificou de ato criminoso o acesso aos dados fiscais da sua filha, a empresária Verônica Serra. Ele também responsabilizou o PT pela quebra de sigilo. "Se eles fazem isso na campanha eleitoral da Dilma, imagine se ganharem a eleição", afirmou em entrevista ao "Jornal da Globo". Os dados de Verônica foram dados fiscais acessados na mesma agência da Receita onde outras quatro pessoas ligadas ao tucano tiveram seus sigilos violados. A consulta à declaração de renda de Verônica foi feita pela analista tributária Lúcia de Fátima Gonçalves Milan. Segundo Serra, sua filha já havia comentado com ele sobre a desconfiança de que havia algo errado. Ele afirmou que Verônica não tem problemas com o fisco e é "ficha limpa". O tucano também chamou de mentira descarada a explicação da Receita Federal de que o acesso aos dados fiscais feito a pedido de Verônica para Lúcia de Fátima. "São profissionais da mentira", disse Serra.Leia mais aqui.

terça-feira, 31 de agosto de 2010

Campanha da Dilma violou sigilo fiscal da filha de Serra. O banditismo tomou conta do Brasil e o PT é o seu braço no governo.

Da Folha de São Paulo:

A filha do candidato a presidente José Serra (PSDB), a empresária Verônica, teve seus dados fiscais acessados na mesma agência da Receita onde outras quatro pessoas ligadas ao tucano tiveram seus sigilos violados. A consulta à declaração de renda de Verônica foi feita pela analista tributária Lúcia de Fátima Gonçalves Milan.  Conforme a Folha revelou hoje, Lúcia foi incluída na segunda-feira como a mais nova acusada pela corregedoria do fisco de participar de um esquema ilegal de quebra de dados fiscais na agência do órgão em Mauá (SP). Além de Lúcia, a corregedoria da Receita incluiu também mais uma funcionária do Serpro na lista dos suspeitos de integrar o esquema, Ana Maria Caroto Cano, de acordo com notificação assinada pelo presidente da comissão de inquérito encarregada do caso, Levi Lopez, à qual a Folha teve acesso. A inclusão do nome de Lúcia de Fátima vai obrigar a corregedoria a ampliar as investigações.O computador da servidora, uma analista tributária, não estava na relação de máquinas periciadas pelo órgão. Já no caso de Ana Maria, seu nome já aparecia nas investigações, mas como testemunha. Agora, ela se tornou suspeita. As duas principais suspeitas da corregedoria, contudo, continuam a ser a analista tributária Antônia Aparecida Rodrigues dos Santos Neves Silva e a servidora do Serpro cedida à agência de Mauá Adeildda Ferreira Leão dos Santos. 
..................................................................................
Os bandidos estão sempre a favor e a serviço do PT. Ou o sigilo da filha da Dilma foi violado? Ou o sigilo do José Eduardo Cardoso foi violado? No Brasil são os bandidos, ao contrário dos países onde existe lei,  que usam uma estrelinha no peito.

A que ponto chegamos.

Após a entrevista de José Serra(PSDB) no Jornal do SBT, onde acusou o PT de montar dossiês, quebrar sigilos e de afirmar que a raiz de tudo é a campanha da Dilma,  dois jornalistas de renome se manifestaram: Ricardo Noblat, pelo twitter, informou que Serra não tinha dito nada de novo; Fernando Rodrigues, aquele da Folha que também é comentarista do SBT, disse a mesma coisa e que, com este discurso, Serra não vai reverter o favoritismo de Dilma. Estes dois jornalistas têm espaços nobres nos meios de comunicação. E é esta análise que eles passam aos seus leitores e telespectadores. Quebra de sigilo para montar dossiês, desmentidos cabais de afirmações de Lula e Dilma, honestidade nas informações prestadas pelo candidato, tudo isso é velho, tudo isso "é o mesmo Serra". A imprensa brasileira, como a gente vem dizendo há muito tempo, está fazendo por merecer um "controle social da mídia". Estão cavando o próprio buraco com a sua postura  de repercutir a mentira e de informar que a verdade não serve para nada.

Zé Dirceu está de volta.

Dilma praticamente anuncia a volta de José Dirceu, o chefe da sofisticada organização criminosa do mensalão. O vídeo é do genial Exilado.

Dilma diz que quebrou a Pão & Circo por causa da variação do dólar. Até quando esta mulher vai enganar o país?

Da Folha de São Paulo:

A candidata petista à Presidência, Dilma Rousseff, disse na tarde desta terça-feira que sua experiência no mundo empresarial foi sepultada pela "variação cambial" da década de 90. Segundo ela, o negócio quebrou por causa da disparada do dólar. Entre 1995 e 1996, Dilma foi sócia gerente da Pão & Circo, empresa que importava bugigangas do Panamá para revender a lojistas de Porto Alegre (RS). Artigos de bazar e brinquedos, em especial os dos Cavaleiros do Zodíaco --animação japonesa sobre jovens guerreiros-- eram o forte do negócio. "Quando o dólar está 1 por 1 e passa para 2 ou 3 por 1, ele [o microempresário] quebra. É isso que acontece com o microempresário, ele fecha. A minha experiência é essa e de muitos microempresários desse pais", disse a candidata. 
...............................................................................
O dólar, em 1996, abriu em R$ 0,97 em janeiro e fechou em R$ 1,03 em dezembro. Uma variação de R$ 0,06. Dilma quebrou a sua loja em plena paridade cambial. No tempo do 1 x 1. Quebrou porque é péssima gestora. Até quanto esta senhora vai enganar descaradamente o Brasil? Confira aqui a tabela de variação do dólar.
.................................................................................
Esta mentira é "indesmentível"! A não ser que digam que ela estava drogada, bêbada ou sedada. Alguém precisa mostrar isto para o Brasil. Mostrar esta gravação. Desmascarar esta impostora! É impossível que o Brasil esteja elegendo uma pessoa com este caráter, com esta formação deturpada, com esta capacidade de enganar as pessoas! Acorda, Brasil!
..................................................................................
Dilma acaba de dar o "gancho" para um programa inteiro sobre o Plano Real. Aquele Plano Real que o PT quis enterrar. Chegou a hora.

Sobre ameaças.

Da Folha de São Paulo:

O ex-funcionário do Palácio do Planalto Demetrius Felinto cancelou o depoimento que prestaria nesta terça-feira à CCJ (Comissão de Constituição e Justiça) do Senado para apresentar detalhes sobre o suposto encontro da ex-ministra Dilma Rousseff --candidata do PT à Presidência-- com a ex-secretária da Receita Federal Lina Vieira. Felinto disse que está sofrendo ameaças, sem revelar os autores, por isso decidiu cancelar o depoimento --depois de ter confirmado sua presença ontem. Em ofício encaminhado ao presidente da CCJ, Demóstenes Torres (DEM-GO), o ex-servidor afirma que as ameaças estão sendo propagadas na internet. "Tenho interesse em comparecer, oportunidade em que esclarecerei toda a verdade. Alguns fanáticos estão disseminando na internet ameaças veladas", diz o ofício.Leia mais aqui.

Do Coturno Noturno:

São incontáveis as ameaças que o blogueiro tem recebido na área de comentários. Tem gente querendo pegar em armas por aí. A medida tem sido sempre a mesma: simplesmente deletar. No entanto, fomos orientados a tomar outro rumo: denunciar. Considerando-se o que fizeram com aquele prefeito e a forma como agem (vide noticia acima), o Blog está tomando as devidas providências. É fácil diferenciar uma ameaça de bobagens escritas por  petralhas imbecis  de baixo nível que tentam comentar aqui, como Jussara Seixas, Ribamar, Edson e mais alguns, como a Laura de Caxias do Sul que , pela foto, parece limpinha demais para ser petralha. A Jussara tem cara de quem não toma banho, mas a Laura, que lástima! Vamos em frente. Medo é para quem tem. Aqui não.

Dilmentindo no Jornal da Globo.

Para ler a assistir a entrevista da Dilmentira no Jornal da Globo, clique aqui. Ela diz coisas como:

A minha vida pessoal, ela teve um momento muito duro. Eu vivi a minha juventude durante a ditadura e lutei contra ela do primeiro ao último dia. Tenho absoluta solidariedade com presos políticos. Sou contra crimes de opinião, crimes políticos ou crimes por pensar, por querer ou por opor e vou defender isso a minha vida inteira.

Não lutou do primeiro ao último dia. Depois que foi presa, sumiu. E só reapareceu quando houve a transição do regime militar para a democracia. Sumiu por quê? Porque teve medo, porque a sua luta não tinha  mais sentido, porque ela queria o comunismo no Brasil, não a democracia. Quando não foi possível implantar o comunismo, pois a guerrilha foi derrotada, a Dilma foi para casa. Parou de lutar.  Muitos, como José Serra, continuaram lutando no exílio. A grande maioria. Dilma poderia ter saído da cadeia e atravessado a fronteira com o Uruguai, indo para o exterior, continuar a sua "luta". Preferiu ficar em casa, longe de tudo, só reaparecendo em 1986. Fora 13 anos "fora de combate". Mente que a gente desmente.
..................................................................................
É cansativo ver Dilma mentir, mentir e mentir, tendo que desmentir, desmentir, desmentir. Essa senhora é o maior engodo que já se viu na história deste país. Um país que, abobalhado, assiste esta Coisa concorrendo á presidência do Brasil. Por isso, aqui vai o link onde Dilma é desmanchada na sua entrevista no Jornal da Globo. É dele, do Reinaldo Azevedo, que merece um prêmio por ainda ter saco para desmanchar uma por uma as centenas de mentiras contadas por Dilma e por Lula.
..................................................................................
José Serra(PSDB) estará hoje no Jornal da Globo. Poderia, em 10 minutos, em vez de propostas, arrasar com tudo o que Dilma mentiu ontem. Fica a sugestão. Serra poderia começar com um "assisti estarrecido ao monte de mentiras ditas aqui nesta bancada pela Dilma..."